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Plantonista responsável por mais de 40 pacientes confessa assassinato de interno com esquizofrenia em Cuiabá

Sede DHPP em Cuiabá Reprodução/PJC O plantonista de uma clínica de reabilitação do bairro Jardim Primavera, em Cuiabá, confessou em interrogatório à Po...

Plantonista responsável por mais de 40 pacientes confessa assassinato de interno com esquizofrenia em Cuiabá
Plantonista responsável por mais de 40 pacientes confessa assassinato de interno com esquizofrenia em Cuiabá (Foto: Reprodução)

Sede DHPP em Cuiabá Reprodução/PJC O plantonista de uma clínica de reabilitação do bairro Jardim Primavera, em Cuiabá, confessou em interrogatório à Polícia Civil que assassinou o paciente Alessandro Sidinei Braga, de 38 anos, além de forjar a cena do crime para simular um suicídio. A identidade dele não foi divulgada. O suspeito também admitiu ter pedido a uma testemunha que confirmasse a versão inicial apresentada à polícia. A testemunha, no entanto, negou a narrativa. O suspeito, que era o único responsável pelo plantão noturno da ala que abriga mais de 42 internos, alegou inicialmente que Alessandro teria cometido suicídio por enforcamento. Contudo, a perícia técnica identificou inconsistências entre os vestígios encontrados no local e a versão apresentada. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Segundo a polícia, durante a madrugada de domingo, o investigado conteve a vítima, que estaria alterada, utilizando um golpe conhecido como “mata-leão” ou uma corda que teria sido levada para imobilizá-la. Em seguida, Alessandro foi amarrado com os braços para trás. Após a contenção, ele afirmou que trancou Alessandro em um quarto e não retornou para verificar como ele estava. O paciente foi encontrado por outros internos, sem sinais vitais e com uma corda enrolada no pescoço. Na clínica, os policiais foram informados que o paciente realizava um tratamento para esquizofrenia e havia tido um surto psicótico no sábado (30) e, por isso, foi necessário contê-lo e administrar remédios controlados para acalmá-lo. O funcionário foi autuado pelos crimes de homicídio qualificado e fraude processual. A Polícia Civil segue apurando o caso e investiga se houve a participação de outras pessoas no assassinato. Agora no g1